Let’s talk about… envy

Um dos sentimentos que mais me envergonham é a inveja. Morro de vergonha quando noto que estou com inveja de alguém. Sou humana, sou normal e já pratiquei todos os sete pecadas capitais, admito. Mas é a inveja que mais me deixa incomodada.

Tentarei explicar, até mesmo para aliviar a culpa: não é exatamente aquela inveja do tipo “seca pimenteiro” mas sim, aquela coisinha que fica provocando, pequenos pensamentos que passam correndo pela cabeça – como se atravessasse o corredor sem roupa. Que vergonha!

Burburinhos do tipo: como é que pode uma pessoa assim, ter tanta sorte? Uma pessoa “assada”, ter todo esse apoio. Porque ninguém me da atençao? Por que não me jogam a bóia ao invés de me deixarem afogar?

Ora, porque eu sei nadar!

Talvez a inveja sirva para isso, para obrigar aquele respiro profundo, aquele exame de consciencia e do que temos nas mãos neste exato momento e fechar a questão substituindo o que falta com o que temos e que a pessoa invejada em questão talvez nem saiba do que se trata.

Pollyanna da invejinha, eu sei. Mas é o único jeito de varrer os pensamentosinhos ruins. O jeito é se agarrar em coisas que são só suas e que ninguem tasca:

- O email do amigo que não se fazia vivo ha tanto tempo
- A coragem de recomeçar e recomeçar
- O amor verdadeiro
- Um cachorrinho que bebe água e faz um barulinho engraçado

Juro que sempre peço para que o Senhor leve esses pássaros pretos que insistem em deixar pedras escuras no meu cuore para bem longe.

Mas os danados às vezes consegue despejar algumas e eis me aqui, com inveja. E não gosto disso. Quem sabe passa.

Quem sabe?

Fim de temporada, davvero!

Essa semana:

1) abri uma firma
2) pedi demissão
3) acabou o outro contrato da temporada

Ou seja, zerei o contatador.

Em 2004, vivi um dos episódios mais tristes da minha curta vida. Fui demitida o jornal onde eu trabalhava. Para encurtar a história, fui vítima – assim como metade da redação – de um facão. O pior: o facão era cego.

Aí, conheci um italiano, me apaixonei e aquietei o coração. Dois anos depois, casava com o tal italiano, me mudava para a Itália e no “Bel Paese” comecei a dar um novo sentido à minha vida.

Sem muito sucesso.

Aí em 2011, operei o útero e achei que ia morrer. Não morri. E depois, pedi demissão de um trabalho que um dia me deixava cega de paixão mas que ultimamente, só me trazia amargura.

E agora? Aha. Boa pergunta!!!
E a única coisa que consigo pensar e que me traz algum alento é: Deus proverá. Com fé, sigo avante. Torcendo para que as últimas escolhas – em ordem cronologica – sejam as mais acertadas. Pelo menos pelo momento. Certamente não serão as últimas mas… Precisavam ser feitas. Sabe quando a zona de conforto começa a incomodar?

Fim de temporada. Mas sem pausa. Já comecei outra e que uma boa estrela me traga sorte. Nos traga. Estamos precisando…

Mais de 365

Assustei quando vi a data do último post. Não achei que tinha passado tanto tempo. Triste porque o que mais fiz no último ano foi escrever, compulsivamente. Para os outros, quase nunca para mim. E isso é realmente triste.

Um ano de merda, se é que vocês me permitem. Dois mil e dez foi um ano ruim e não me lembro de nada que tenha sido absurdamente bom. Talvez esse nem seja o modo justo para voltar a escrever mas e daí?!? A única vontade que sinto é aquela de dizer que geralmente, o ano começa depois do Carnaval. Considerando que o Carnaval acabou há pouco e que eu e minha grande amiga Paula combinamos que 2011 seria um ano bom, só posso esperar que realmente seja bom.

Estou ficando velha, passei dos 35, uma idade que nenhuma boneca bem sucedida, como eram todas as minhas Barbies, poderia imaginar de chegar. Mas na vida real essa idade chega e com ela, aquelas frustações que começam a pesar. E bastante! Meu amado amigo Humberto não chegou aos 40, sinto tantas saudades dele. Na verdade o post é para ele, como se ele já não soubesse de tudo o que sinto e de como me sinto aqui, desse jeito…

Mais um parágrafo desconexo. Desconexo como todos os sentimentos que viajam pela minha mente – ou pelo coração? Desconexos como me sinto do mundo onde Twitter e Facebook insistem em me informar o que todo mundo está fazendo, mesmo que não me interesse minimamente.

Tudo estranho mas já que estamos aqui, melhor “dar o melhor de si”. Em algum momento, deve valer a pena, não?!?

Sumi

Mas logo volto… pera aí.

Ano Novo, vida velha

Li algo dizendo que mau humor pode ser uma doença. Eu comeceu 2010 de mau humor. Che cazzo!

às danadas escolhas…

Conversas profundas e rápidas via MSN. Falava com um amigo muito amado hoje e de como, mesmo com um oceano nos separando, conseguimos sentir as mesmas coisas sobre a nossa profissão.

Essas mini reflexoes via bites, me fez pensar nas danadas escolhas. Naquele exato momento que voce decide ir por aqui, e nao por ali. E de como tudo isso repercute nas nossas vidas, cinco minutos depois ou cinco anos, nao faz diferença.

Estamos precisando de uma “Nova Temporada”. Pra ontem!

Post-it Mental

BREGA
(bre.ga)
1  Bras.  Pop.  Que não é refinado nos modos ou na maneira de vestir (pessoa brega); CAFONA; CARETA
2  Que não é chique ou estiloso (roupa brega); CAFONA
3  Que apela para o gosto popular: programas de TV bregas
4  Diz-se de música com exageros de romantismo e dramaticidade, ger. feita para as camadas populares
5  Diz-se de cantor desse gênero de música
s2g.
6  Pessoa brega (1)

CAFONA

(ca.fo.na)

a2g.

1  Que tem ou revela mau gosto, por preferir padrões convencionais ou ultrapassados (pessoa cafona); próprio de quem tem mau gosto (roupa cafona); BREGA .

2  Fig.  Que não revela sofisticação; que manifesta gosto ou atitude vulgares, espalhafatosos

s2g.

3  Pessoa cafona

[F.: Do it. cafone, posv.]

Vespeiro…

“Pequeno mesmo é o nosso mundo, aquele meu e seu. Pequeno como uma quitinete, onde vamos viver nos trombando.”

Adoooooooooooooro!

Uma vez Bridget Britney Jones, para sempre BJones. Não existe coisa mais liberatória do que a Celine Dion cantando All By My Self.

A mudança…

Preparando as caixas, colocando as etiquetas, jogando fora  o que não presta, fazendo uma lista das coisas que precisam ser novas. Assim começa uma mudança. Bem-vindos ao novo endereço :)

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